A solidão soluça
no meu peito afora
uma voz amarga
na memória
"s e r t ã o s ó
sempre serás"
E lágrimas quentes
de sol ardente
que brilha negro
no nascer d'aurora
e
s
c
o
r
r
e
m
frias
no surgir do dia
queimando a noite
que gela em mim.
D M
e e
r t
r e
a
calma
no calor da alma
feito estalactites
a cair
tão certeiras e afiadas
que trespassam da noite
à madrugada
ferindo bem fundo
o coração.
E a dor que há muito
não sentia, de repente
transforma-se em poesia
na contradição
do meu s e r t ã o.
no meu peito afora
uma voz amarga
na memória
"s e r t ã o s ó
sempre serás"
E lágrimas quentes
de sol ardente
que brilha negro
no nascer d'aurora
e
s
c
o
r
r
e
m
frias
no surgir do dia
queimando a noite
que gela em mim.
D M
e e
r t
r e
a
calma
no calor da alma
feito estalactites
a cair
tão certeiras e afiadas
que trespassam da noite
à madrugada
ferindo bem fundo
o coração.
E a dor que há muito
não sentia, de repente
transforma-se em poesia
na contradição
do meu s e r t ã o.
Nenhum comentário:
Postar um comentário